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(Source: st0psign, via hithenameisalex-)

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rhamphotheca:

Green Peafowl (Pavo muticus)
from A monograph of the Phasianidae, Family of the pheasants, 1872, by Daniel G. Elliot

rhamphotheca:

Green Peafowl (Pavo muticus)

from A monograph of the Phasianidae, Family of the pheasants, 1872, by Daniel G. Elliot

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Não os feche

Não feches os olhos,olhe-me na cara,quero ver teu olhar,quando o climax te chegar,quando por completo,percas o sentidoao gemer de teu corpoem mil prazeres.Quero ver teu rostocomo quebrar tua defesa,saber que és por mimo que estás sentindo.Eu também não os fecho,quero ver-te, admirar-te,até o último suspiro,até que uma nuvemme cubra o olhar.Sentir minha agonía ao possuír-te,ao estar dentro de tí,notando o tremer de teu corpoao arrancar de minhas entranhas,o orgasmo mais selvagem,vagando em tí,toda a furia contidana busca do prazer.Quero que nossos olhares,se cruzem, se disafiem,se sintam uma e outra…que são os culpadosde tão sublimes momentos.Olhe-me, não os feches,aguenta, um pouco mais…já falta muito poucopara que nossos corpos,nossas peles,se fundam em umae entrelaçadostenhamos nosso instantede posessão mutua…absoluta…olha-me, não os feches…eu também não os fecho...

Não os feche

Não feches os olhos,
olhe-me na cara,
quero ver teu olhar,
quando o climax te chegar,
quando por completo,
percas o sentido
ao gemer de teu corpo
em mil prazeres.


Quero ver teu rosto
como quebrar tua defesa,
saber que és por mim
o que estás sentindo.


Eu também não os fecho,
quero ver-te, admirar-te,
até o último suspiro,
até que uma nuvem
me cubra o olhar.


Sentir minha agonía ao possuír-te,
ao estar dentro de tí,
notando o tremer de teu corpo
ao arrancar de minhas entranhas,
o orgasmo mais selvagem,
vagando em tí,
toda a furia contida
na busca do prazer.


Quero que nossos olhares,
se cruzem, se disafiem,
se sintam uma e outra…
que são os culpados
de tão sublimes momentos.


Olhe-me, não os feches,
aguenta, um pouco mais…
já falta muito pouco
para que nossos corpos,
nossas peles,
se fundam em uma
e entrelaçados
tenhamos nosso instante
de posessão mutua…
absoluta…
olha-me, não os feches…
eu também não os fecho...

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brendapaixao1:

O amor não é um hábito, um compromisso, ou uma divida. Não é aquilo que nos ensinam as músicas romanticas, o amor é indefinições. Ame e não pergunte muito. Apenas ame. 

brendapaixao1:

O amor não é um hábito, um compromisso, ou uma divida. Não é aquilo que nos ensinam as músicas romanticas, o amor é indefinições. Ame e não pergunte muito. Apenas ame.